“Sardinha” foi o apelido que recebi nos primeiros dias do meu primeiro estágio em publicidade, na Young & Rubicam, em 1991.
O Charles, que trabalhava no estúdio, olhou pra mim e disse:
-Ô Sardinha, pega aquele (não lembro o quê) pra mim! Não respondi. Achei que não era comigo. Num tom bem mais alto, ele repetiu:
-ÔÔÔôôô, Sardinha!!! Pega o (não sei o quê) pra mim!!!!
Olhei pra ele e perguntei: -É comigo? Mas por que Sardinha?
Ele respondeu: -Sei lá! Não sei o seu nome, não sei de onde você veio, não sei o que você tá fazendo aqui, Sardinha foi a primeira coisa que me veio na cabeça.
Na outra ponta da sala o ilustrador Marcio Lobo gritou: -Ahaha! Sardinha!!!
Pronto! Bastou não gostar do apelido pra ele pegar na mesma hora.
Sardinha pra cá, Sardinha pra lá, fui me acostumando e gostando até adotar definitivamente como segundo nome. É… Foi mais ou menos assim.
Por que Sardinha?
“Sardinha” foi o apelido que recebi nos primeiros dias do meu primeiro estágio em publicidade, na Young & Rubicam, em 1991.
O Charles, que trabalhava no estúdio, olhou pra mim e disse:
-Ô Sardinha, pega aquele (não lembro o quê) pra mim! Não respondi. Achei que não era comigo. Num tom bem mais alto, ele repetiu:
-ÔÔÔôôô, Sardinha!!! Pega o (não sei o quê) pra mim!!!!
Olhei pra ele e perguntei: -É comigo? Mas por que Sardinha?
Ele respondeu: -Sei lá! Não sei o seu nome, não sei de onde você veio, não sei o que você tá fazendo aqui, Sardinha foi a primeira coisa que me veio na cabeça.
Na outra ponta da sala o ilustrador Marcio Lobo gritou: -Ahaha! Sardinha!!!
Pronto! Bastou não gostar do apelido pra ele pegar na mesma hora.
Sardinha pra cá, Sardinha pra lá, fui me acostumando e gostando até adotar definitivamente como segundo nome. É… Foi mais ou menos assim.